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NOVO JORNAL

2014

Desde o seu aparecimento no mercado jornalístico angolano, a 25 de Janeiro de 2008, que o NOVO JORNAL definiu com exactidão o seu papel enquanto órgão de comunicação: promover um debate plural e estimular o fortalecimento do nível de democracia de Angola.

NOVO JORNAL
valores da marca

Fazer um semanário de referência em Angola continua a ser um desafio, mas o Novo Jornal apoia-se sobretudo num colectivo que ajuda a marcar a diferença e a construir um jornal de qualidade, todas as semanas. Apesar das mudanças de direcção e de titularidade da empresa que detém o Novo Jornal, o Semanário continua a seguir a prática de um jornalismo rigoroso e distinto, guiando-se pelos princípios éticos que norteiam a profissão.

produtos e desenvolvimentos futuros

Enquanto Marca, o Novo Jornal iniciou um projecto de comunicação arrojado, em diferentes plataformas, para chegar semanalmente a todas as províncias e além-fronteiras. Onde houver angolanos interessados na informação local, há um Novo Jornal, impresso ou digital.

O Novo Jornal existe no ciberespaço desde Novembro de 2013, com uma página actualizada, suportada pela redacção local e por todas as notícias do mundo que chegam através das grandes agências internacionais.

Nas redes sociais, o Novo Jornal também já é conhecido e entra, minuto a minuto, "postando" novas notícias nas páginas pessoais de milhares de seguidores. Uma realidade que conseguiu, em muito pouco tempo, abrir o canal de comunicação,

que deixou de ser unilateral, e permite uma participação activa, livre e espontânea a cada momento.

O futuro passa, naturalmente, por reforçar a presença virtual com notícias de todas as províncias, ganhar novos seguidores por todo o mundo e potenciar a interactividade.

O Jornal impresso vai acompanhar a sua presença online, ciente de que o desafio que se impõe obriga a adequar a imagem e os conteúdos de um Novo Jornal lido em Angola à sexta, mas também, todos os dias, em qualquer parte do planeta.

A missão primordial do Novo Jornal é informar com verdade, transparência e profundidade, sem esquecer o papel fundamental que um meio de comunicação desempenha, ao estar atento aos alertas e às necessidades e, desta forma, fazer a diferença. Foi o que aconteceu quando uma equipa de reportagem do Novo Jornal se deslocou ao Cunene, em 2013, em pleno período de seca e crise alimentar. As imagens e a descrição de um modo de vida limitado pela escassez naquela região fronteiriça foram publicadas com destaque no Novo Jornal e isso teve repercussões positivas, sobretudo por desencadear uma onda de apoio entre as autoridades e a sociedade civil. A realização de um suplemento especial Cunene cimentou essa missão assumida pelo Novo Jornal assumiu, desde o primeiro minuto. A satisfação e noção de dever cumprido chegaram também em forma de reconhecimento, através do Prémio Nacional de Imprensa Escrita 2013, atribuído ao jornalista Ernesto Gouveia pela reportagem realizada.

mercado

O mercado dos semanários é dinâmico no que diz respeito ao aparecimento de novas publicações. Liderar este mercado não deixa de ser um desafio, até porque a concorrência motiva e obriga a fazer mais e melhor. O Novo Jornal assumiu a dianteira de um caminho que já não é do futuro, mas sim do presente - estar acessível em todas as plataformas e dispositivos. Desta forma, expandiu o mercado do papel impresso e estendeu-o até aos "bytes", criando, igualmente, um outro canal publicitário e uma nova lógica de comunicação.

COMUNICAÇÃO

Num mundo globalizado e interligado, a informação é "bombardeada" ao minuto e chega por todos os meios. Comunicar, hoje, significa entender o seu alcance, mas sobretudo o seu efeito. O Novo Jornal não é indiferente à necessidade de comunicar e à importância de chegar onde outros não chegam. Neste âmbito, o objectivo passa, naturalmente, por alcançar a notoriedade em todo o território nacional, bem como no estrangeiro, ganhar cada vez mais consciência de que os média devem ser locais e, simultaneamente, procurar uma abrangência e integração global. O Novo Jornal é um Semanário angolano, mas o seu alcance já transcende as fronteiras territoriais, seja pela informação que veicula ou pelo interesse que desperta em várias partes do mundo.

vantagens competitivas

A principal vantagem do Novo Jornal é, sem dúvida, o capital humano. Dos jornalistas aos paginadores, passando pelos fotógrafos, revisores e administrativos, há um conjunto que determina a essência de um jornal que supera todos os dias as vicissitudes de fazer um jornalismo privado e independente.

O Novo Jornal diferencia-se pela notoriedade que granjeia ao ter ganho o Prémio Nacional de Imprensa Escrita, em 2013, e por voltar a constar entre os títulos nomeados para o Prémio CNN - Multichoice África 2013.

Por outro lado, alcança vantagem relativamente aos seus concorrentes, quando aposta na formação e segue o interesse dos seus leitores, cada vez mais atentos e exigentes. Proporcionar informação actual e diferenciada em plataformas distintas, foi um avanço significativo em relação à concorrência. Desde o primeiro momento online, até agora, já passaram pelo site do Novo Jornal acima de 67 mil novos utilizadores.

Angola concentra 44,6% dos acessos ao site Novo Jornal, seguida por Portugal com 19,9% e pelo Brasil com 8,2%. Foram registados acessos com alguma frequência também noutros países, como Estados Unidos, Reino Unido, África do Sul, Moçambique, França, Holanda, Vietname, Suíça, Estónia, Rússia, Bélgica, Espanha, Alemanha, Cabo Verde, Canadá, Quénia, entre outros. Neste momento há muito poucos países no mundo onde o Novo Jornal ainda não tenha chegado.

NOVO JORNAL
sabia que?

A Marca NOVO JORNAL é, hoje, um capital importante na dinâmica e visão plural que se tem de Angola.

O NOVO JORNAL foi fundado a 25 de Janeiro de 2008. Desde esse momento, procurou promover um debate plural e estimular o fortalecimento do nível de democracia de Angola.

O NOVO JORNAL Online serve de ponte entre Angola e o universo lusófono.

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